
Na hora de especificar um inversor de frequência, o erro mais caro é escolher “por potência” e só depois descobrir que faltou recurso (ou que você pagou por algo que não vai usar). Entre os modelos mais buscados no Brasil, a dúvida aparece rápido: CFW500 vs CFW300 — qual inversor WEG escolher? Neste guia, você vai ver uma comparação objetiva, com critérios práticos de aplicação, para decidir com mais segurança e evitar retrabalho em campo.
Ao longo do conteúdo, você vai entender quando o CFW300 é suficiente, em quais cenários o CFW500 vale a pena, e quais perguntas devem ser respondidas antes da compra (processo, ambiente, comunicação, controle e partida).
Os dois são inversores WEG voltados para aplicações industriais, com foco em controle de motores e eficiência energética. Por isso, em muitos projetos eles parecem “intercambiáveis” à primeira vista. A diferença aparece quando você entra em: complexidade de controle, integração com automação, robustez para ambientes exigentes e recursos avançados.
Em termos simples: CFW300 tende a ser a escolha “enxuta e eficiente” para aplicações padrão. CFW500 costuma ser a escolha “mais completa e flexível” quando o processo pede mais controle, comunicação e expansão.
| Critério | CFW300 | CFW500 |
|---|---|---|
| Perfil de aplicação | Aplicações padrão (máquinas e utilidades) | Aplicações com maior exigência de controle e integração |
| Integração com automação | Boa para cenários simples | Mais indicada quando há redes/integrações e expansão |
| Recursos de controle | Atende a maioria das necessidades básicas | Mais opções para processos, ajustes finos e funções avançadas |
| Aplicações típicas | Esteiras, ventilação, pequenas bombas, máquinas padronizadas | Bombas com controle mais exigente, linhas com variação, integração com CLP/IHM |
| Quando costuma ser melhor | Quando simplicidade e custo-benefício são prioridade | Quando a parada custa caro e o processo exige mais recursos |
Observação importante: a melhor escolha depende do seu cenário (processo, ambiente, automação e padrão da planta). A tabela acima é uma visão de decisão, não um substituto para especificação técnica.
O CFW300 geralmente funciona muito bem quando a necessidade é controlar velocidade/torque de forma confiável, com uma configuração mais direta e foco em custo-benefício.
Exemplo realista: esteiras, ventiladores, pequenas bombas e aplicações em que a automação não exige muita troca de dados (ou quando o comando é essencialmente local).
🔗 Portfólio e disponibilidade no Brasil:
Inversores de Frequência WEG – Unitek – ver opções
Linha WEG na Unitek – ver portfólio
O CFW500 costuma ser preferível quando o processo pede mais flexibilidade, integração e recursos para controle, especialmente em plantas onde o custo de parada e retrabalho é alto.
Exemplo realista: linhas com variação de carga, aplicações com controle mais exigente, e cenários em que a equipe precisa de mais informação (alarmes consistentes, estados, tendências e integração).
🔗 Referência oficial (fabricante):
WEG institucional – site oficial WEG | rede de serviços
Se você responder estas perguntas, a chance de acertar o modelo aumenta muito — e a chance de “comprar errado” cai.
Em muitas plantas, a decisão correta não é “qual é melhor”, e sim: qual atende o processo com margem adequada sem elevar custo e complexidade desnecessários.
Potência é só o começo. Carga, regime, inércia, sobrecarga e ventilação do motor impactam diretamente o dimensionamento. Em campo, isso aparece como aquecimento, trips e instabilidade.
Se o projeto exige padronização de dados (status, alarmes, setpoints, modos), escolher sem pensar na arquitetura de automação gera retrabalho em painéis e software.
Em plantas que crescem, é comum a primeira etapa “funcionar” e a segunda exigir recursos adicionais. Planejar expansão evita trocar equipamento antes do fim do ciclo de vida.
Em muitos casos, sim — especialmente quando o objetivo é controle de velocidade com simplicidade e bom custo-benefício. O ponto é validar perfil de carga, ambiente e a necessidade (ou não) de integração e recursos adicionais.
Quando o processo exige mais flexibilidade, estabilidade e integração com automação (CLP/IHM/supervisório), ou quando reduzir tempo de diagnóstico e retrabalho é prioridade.
Partir da aplicação e da arquitetura elétrica/automação. Definir carga, regime, ambiente, comando e integrações. Aí sim comparar modelos e fechar a especificação.
A escolha entre CFW500 vs CFW300 fica simples quando você coloca a operação no centro. Se a aplicação é padrão e a prioridade é custo-benefício com simplicidade, o CFW300 tende a ser suficiente. Se o processo pede mais controle, integração e previsibilidade (e o custo de parada é alto), o CFW500 costuma entregar mais margem técnica e menos retrabalho.
🔗 Leituras e referências úteis:
Portfólio WEG na Unitek – acessar
Site institucional Unitek – conhecer
Quer ajuda para especificar o inversor certo (sem superdimensionar)? Fale com a engenharia da Unitek e receba uma recomendação técnica baseada na sua aplicação, integração e padrão elétrico da planta.
A Unitek é uma Revenda Autorizada e Assistência Técnica WEG, especializada em soluções de automação e controle industrial. Contamos com um amplo estoque à pronta-entrega de Inversores de Frequência, Soft Starters, comandos elétricos e toda a linha WEG para atender com agilidade e eficiência as demandas da sua empresa.